sexta-feira, 29 de julho de 2011

Cloridrato De Diltiazem 30 Mg 50 Cprs - Diltiazem

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Cloridrato De Diltiazem 30 Mg 50 Cprs
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Cloridrato De Diltiazem 60 Mg 25 Cprs
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Cloridrato De Diltiazem 60 Mg 50 Cprs
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Cloridrato De Diltiazem 30 Mg 50 Cprs
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Reações Adversas
Bradicardia, bloqueio atrioventricular. Tontura, cefaléia, rubor facial, secura na boca, náusea e fraqueza. Mais raramente podem ocorrer insuficiência cardíaca, palpitações, distúrbios do sono, nervosismo, sonolência, urticária, reações de fotossensibilidade, alopécia, petéquias, equimoses, disfunção sexual e tremor.

Posologia
Hipertensão arterial: 60mg a 120mg VO, 3 vezes ao dia, antes das refeições, até a dose máxima de 360mg/dia. Angina do peito: 30mg VO, 4 vezes ao dia, antes das refeições, até a dose máxima de 360mg/dia.

Dilena 11 + 10 Cprs - Dilena

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Dilena 11 + 10 Cprs
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Dilena Ct 1 Bl C/21 Cpr
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Informações
Ação esperada do medicamentoDilena alivia os sintomas que muitas mulheres apresentam durante a menopausa (p.ex.fogachos, suor noturno, vagina seca) porque substitui os hormônios que o corpo deixa deproduzir normalmente na menopausa.Dilena provoca um sangramento similar ao da menstruação, até em mulheres que já tiveramseu último ciclo.Cuidados de armazenamento e data de validadeDilena deve ser conservado em temperatura ambiente (15 - 30°C), protegido da luz e daumidade. Nº do Lote, data de Fabricação (F) e data de Validade (V) estão indicados naembalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois oseu efeito pode não ser o desejado.Gravidez e lactaçãoO uso de Dilena é contra-indicado em mulheres grávidas ou amamentando. Caso você fiquegrávida durante o tratamento, pare de tomar Dilena e informe seu médico imediatamente.Cuidados de administraçãoOs comprimidos de Dilena deverão ser tomados por via oral, sem mastigar, com o auxílio dealgum líquido, de preferência aproximadamente sempre no mesmo horário. Siga a seqüênciaindicada no blíster, tomando um comprimido ao dia, primeiro os brancos e depois os azuis, numciclo de 21 dias. Depois disso, faça uma pausa de sete dias, durante a qual na maioria dasmulheres acontece um sangramento parecido com uma menstruação normal. A seguir, comecea tomar uma nova série de comprimidos no 8º dia da pausa, mesmo que sua menstruaçãoainda não tenha terminado. Observe que do 2º blíster em diante sempre o 1º comprimido vaicoincidir com o mesmo dia da semana em que iniciou o tratamento.A cartela possui bolhas para marcar o dia de início do tratamento. Quando você começar atomar os comprimidos, perfure a bolha no dia correspondente para saber o dia da semana emque começou a tomar Dilena.Se você não tiver mais menstruação, pode começar a tomar os comprimidos imediatamente.Caso ainda menstrue, tome o primeiro comprimido no quinto dia do ciclo (ou seja, quinto diaapós o início do sangramento).Caso você esqueça de tomar um comprimido, deixe-o de lado e continue com o comprimidoseguinte da cartela. Neste caso poderá ocorrer um sangramento no meio do ciclo.Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração dotratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Indicações
Na deficiência estrogênica. Tratamento dos sintomas do climatério, amenorréia, oligoamenorréia e terapia de reposição hormonal (por exemplo, após ovariectomia). Obs.: Dilena Comprimidos não pode ser usado como contraceptivo.

Contra Indicações
Para pacientes c/ hipersensibilidade aos componentes da fórmula, na gravidez e(ou) lactação, herpes gestacional, síndrome de Rotor e Dubin-Johnson, icterícia colestática e(ou) gravídica, distúrbios hepáticos severos ou antecedentes dessas condições, distúrbios cerebrovasculares, processos tromboembólicos, presença ou suspeita de tumores estrogênio-dependentes (como carcinoma endometrial ou de mama), história de manifestação ou deterioração de otosclerose durante a gravidez, em endometriose e na anemia falciforme.

Advertências
A terapia hormonal (TH) só deve ser usada para o tratamento dos sintomas da pós-menopausaque impactem na qualidade de vida da mulher. Em todos os casos uma cuidadosa avaliaçãodos riscos e benefícios deve ser realizada pelo menos anualmente, e a TH deve ser continuadaenquanto os benefícios superarem os riscos.Avaliação clínica/ acompanhamentoAntes de iniciar ou reiniciar a TH deve-se avaliar cuidadosamente os antecedentes pessoal efamiliar, além de realizar exames ginecológico e geral completos, considerando-se as contraindicaçõese advertências de uso do produto.Durante o tratamento devem ser realizados check-ups periódicos cuja freqüência e naturezadevem ser adaptadas às necessidades clínicas de cada paciente.As mulheres devem ser orientadas sobre as alterações mamárias que devem ser relatadas aoseu médico (vide ?Câncer de mama? abaixo). Exames, incluindo mamografia, devem serrealizados de acordo com as práticas de investigação atualmente aceitas ou adaptadas deacordo com as necessidades clínicas individuais.

Uso Na Gravidez
Dilena é contra-indicado durante a gravidez. Caso ocorra gravidez durante o uso de Dilena otratamento deve ser interrompido imediatamente. Resultados de um número limitado deexposição ao MPA durante a gravidez não indicam quaisquer efeitos adversos ao feto.

Interações Medicamentosas
O metabolismo dos estrogênios e progestagênios pode ser aumentado pelo uso concomitantede substâncias que induzam as enzimas que metabolizam fármacos, especificamente enzimasdo citocromo P450, como anticonvulsivantes (ex. fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) eantiinfecciosos (ex. rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz).Ritonavir e nelfinavir, embora conhecidos como fortes inibidores, ao contrário, apresentampropriedades indutoras quando utilizados concomitantemente com hormônios esteróides.Produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva de São João ou St John?s wort)podem induzir o metabolismo dos estrogênios e progestagênios.Clinicamente, o metabolismo aumentado dos estrogênios e progestagênios pode levar àdiminuição do efeito e a alterações no perfil de sangramento uterino.

Reações Adversas
Durante os estudos de Dilena Comprimidos foram relatadas as seguintes reações: náusea, dor de cabeça, enxaqueca, distúrbios visuais, fadiga, intumescência e sensibilidade nas mamas, variação na libido e humor, sangramento vaginal (spotting, sangramento intermenstrual e sangramento de privação) e aumento de peso corporal. Hipertensão e processos tromboembólicos podem estar associados à terapia de reposição hormonal.

Posologia
Iniciar o tratamento c/ os comp. brancos. 1 comp. é tomado diariamente no mesmo horário, sem interrupção durante 21 dias. Fazer pausa de 7 dias. Cada cartela seguinte será iniciada após o término dessa pausa de 7 dias. Para as pacientes que possuem menstruação: iniciar o tratamento imediatamente, tomando o 1º comp. branco no 5º dia da menstruação e continuar o tratamento seguindo o esquema posológico descrito acima. Para as pacientes c/ menopausa estabelecida pelo médico: iniciar o tratamento imediatamente, tomando o 1º comp. branco, e continuar o tratamento seguindo o esquema posológico descrito acima.

Superdosagem
Superdosagem com estrogênios pode causar náusea, cefaléia e sangramento vaginal. Deacordo com numerosos relatos, não foram observados efeitos danosos em crianças queingeriram contraceptivos orais contendo altas doses de estrogênios. O tratamento desuperdosagem com estrogênios é sintomático. Altas doses de acetato de medroxiprogesteronausado para o tratamento de câncer não resultaram em efeitos indesejáveis sérios.

Características Farmacológicas
CaracterísticasDilena é uma preparação seqüencial bifásica combinada de estrogênio-progestagênio. Seuprincípio ativo, 17b-estradiol sintético, é química e biologicamente idêntico ao estrogênionatural. Ele repõe a diminuição da produção endógena de estrogênio em mulheres pósmenopausadase alivia os sintomas da pós-menopausa. Os estrogênios previnem a perdaóssea que se segue à menopausa e à ooforectomia.Uma vez que o estrogênio promove o crescimento do endométrio, seu uso isolado, semprogesterona, aumenta o risco de hiperplasia do endométrio e câncer. A adição de umprogestagênio reduz significantemente o risco, induzido pelo estrogênio, de hiperplasia doendométrio em mulheres com útero.O acetato de medroxiprogesterona (MPA) é um derivado da progesterona natural, 17-a-hidroxi-6-metilprogesterona, com menos efeitos androgênicos que os derivados 19-norprogesterona,como o acetato de noretisterona. O MPA liga-se a receptores específicos de progesterona eage sobre o endométrio convertendo-o de proliferativo para secretório.Resultados de estudos clínicos mostraram que os sintomas da pós-menopausa diminuemdurante as primeiras semanas de tratamento. Em 86% das mulheres ocorreu sangramento deprivação regular, com duração média de 5 dias. Os sangramentos de privação geralmentetiveram início 2 - 3 dias após o último comprimido de valerato de estradiol + MPA.Em 24% das mulheres ocorreu sangramento de privação e/ou spotting durante os 3 primeirosmeses de tratamento e em 34% das mulheres durante 10 - 12 meses de tratamento. Dez porcento das mulheres apresentaram amenorréia durante o primeiro ano de tratamento.Propriedades farmacocinéticasApós administração oral, o valerato de estradiol é prontamente absorvido pelo tratogastrintestinal e metabolizado em estradiol livre. Em um estudo farmacocinético com Dilena, opico da concentração plasmática de estradiol (tmax) foi atingido em 6,7 ± 2,9 horas. Em umestudo de doses múltiplas o pico da concentração plasmática (Cmáx) após uma dose de 2 mg foide, aproximadamente, 234 ± 99 pmol/L, a concentração média (Cmédia) foi de 180 ± 81 pmol/L ea concentração mínima (Cmín) foi de 135 ± 75 pmol/L. Os resultados são apresentados comomédias ± desvio padrão.No organismo o estradiol liga-se à globulina de transporte de hormônios sexuais e à albumina.O estradiol livre é metabolizado no fígado a estrogênios menos ativos, como por ex. estrona.Concentrações plasmáticas de pico da estrona podem ser detectadas 5,9 ± 1,9 horas após aadministração. A Cmáx da estrona foi de, aproximadamente, 1660 ± 871 pmol/L, Cmín de 819 ±519 pmol/L e Cmédia de 1120± 674 pmol/L. Os resultados são apresentados como médias ±desvio padrão. A maior parte dos estrogênios é excretada na forma de conjugados (sulfatos eglicuronídeos) por via renal.O MPA é prontamente absorvido do trato gastrintestinal e rapidamente distribuído no espaçoextravascular. O pico da concentração plasmática de MPA (tmax) foi atingido em 2,9 ± 1,8 horasapós a administração de um comprimido combinado de Dilena. Após uma dose de 10 mg deMPA, a Cmáx foi de, aproximadamente, 720 ± 285 pg/mL, a Cmédia foi de 311 ± 117 pg/mL e a Cmín foi de 212 ± 82 pg/mL. Os resultados são apresentados como médias ± desvio padrão. A vida média terminal de eliminação é de 50 - 60 horas. O metabolismo não foi muito documentado. O MPA é metabolizado no fígado e excretado como glicuronídeos principalmente nas fezes e parcialmente também na urina e bile. Não há informações sobre a atividade farmacológica dos metabólitos.

Armazenagem
Dilena deve ser conservado em temperatura ambiente (15 - 30°C), protegido da luz e daumidade. Nº do Lote, data de Fabricação (F) e data de Validade (V) estão indicados naembalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois oseu efeito pode não ser o desejado.

Digestina 10 Mg 20 Cprs - Digestina

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Digestina 10 Mg 20 Cprs
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Digestina 5 Mg 6 Amp X 2 Ml
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Digestina Solução Oral 20 Ml
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Contra Indicações
Não são conhecidas contra-indicações específicas ao uso da Bromoprida.

Posologia
Comprimidos (adultos): 4 a 6 comprimidos (40 a 60 mg) ao dia. Solução oral: 0,5 mg (3 gotas) a 1 mg (6 gotas) por quilo de peso ao dia. Esta posologia deve ser fracionada e administrada em partes, em intervalos iguais no decorrer do dia.

Digesan 20 Mg 20 Caps - Digesan

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Digesan 20 Mg 20 Caps
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Digesan 5 Mg Solução Injetável 50 Amp X 2 Ml
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Digesan 4 Mg Solução Oral Pediátrico 20 Ml
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Digesan 5 Mg Solução Injetável 6 Amp X 2 Ml
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Digesan 10 Mg 20 Caps
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Digesan 1 Mg Solução Oral 120 Ml
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Contra Indicações
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Reações Adversas
Em alguns pacientes submetidos anteriormente a neurolépticos ou que apresentem uma sensibilidade particular a este tipo de produto, pode-se observar, a título excepcional, o aparecimento de espasmos musculares localizados ou generalizados, espontâneos e completamente reversíveis com a interrupção do tratamento. Outras reações adversas relatadas incluem sonolência, cefaléia, calafrios, astenia e distúrbios da acomodação.

Posologia
Cápsulas: 4 a 6 cápsulas (40 a 60 mg) ao dia, em 3 ou 4 tomadas. Solução injetável: - Adultos: 1 a 2 ampolas (10 a 20 mg) ao dia, via intramuscular ou endovenosa. Esta posologia poderá ser aumentada ou diminuída conforme o caso clínico. - Crianças: 0,5 a 1 mg por quilo de peso ao dia, por via intramuscular. Solução oral: - Adultos: 10 ml (10 mg) 4 a 6 vezes ao dia. - Crianças: 0,5 a 1 mg por quilo de peso ao dia. Gotas pediátricas: 0,5 mg (3 gotas) a 1 mg (6 gotas) por quilo de peso ao dia. Esta posologia deve ser fracionada e administrada em partes a intervalos iguais no decorrer do dia. Nos casos de vômitos, pode-se recorrer primeiramente à solução injetável nas doses recomendadas em pediatria.

Digeplus 30 Caps - Digeplus

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Digeplus 30 Caps
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Informações
Digeplus tem como princípios ativos o cloridrato de metoclopramida, a dimeticona e a pepsina, os quais atuam sinergicamente de modo sequencial em todos os níveis do processo de digestão. O cloridrato de metoclopramida é um princípio ativo com ação no sistema nervoso central e no tubo gastrintestinal. No sistema nervoso central age como antagonista dopaminérgico, o que explica sua ação antiemética central e, em parte, suas reações adversas centrais. No tubo gastrintestinal, age liberando acetilcolina dos plexos mioentéricos, o que resulta em contração da musculatura lisa e nas seguintes ações: aumento do tônus de relaxamento do esfíncter esofageano; aumento do tônus e da peristalse gástrica e duodenal e relaxamento do esfíncter pilórico. Essas ações diminuirão o tempo de esvaziamento gástrico e o tempo de trânsito alimentar através do duodeno, jejuno e íleo. O cloridrato de metoclopramida é absorvido pelo trato gastrintestinal. A metoclopramida é rapidamente absorvida após ingestão oral, com muitos pacientes apresentando concentrações plasmáticas terapêuticas após a ingestão de uma única dose. O pico de concentração plasmática oral é de 40 a 120 minutos e a biodisponibilidade apresenta variações individuais que vão de 32 a 97%. O volume de distribuição é de 2 a 4 l/kg. Sua metabolização é hepática e todos os metabólitos são inativos. A excreção é urinária em 80% em 24 horas, como droga inalterada em 20% ou como conjugados sulfato ou glucoronida. Sua meia-vida de eliminação é de 2,5 a 5 horas. A dimeticona é um dióxido de silicone capaz de alterar a tensão superficial dos gases e das bolhas mucosas, favorecendo sua coalescência e dispersão. Desta maneira, é empregada para distúrbios gastrintestinais ligados à flatulência, como dispepsia funcional. Em muitas situações costuma ser empregada em associações com outros ativos. A dimeticona não é absorvida, sendo eliminada nas fezes. A pepsina é uma enzima proteolítica do estômago, sendo efetiva na lise e digestão de diferentes compostos protéicos. Sua suplementação foi eficaz em diversos sintomas de dispepsias, particularmente nos ligados a empachamento pós-prandial e sensação de má digestão.

Indicações
Digeplus é indicado em patologias dispépticas funcionais, manifestadas como: eructações, flatulência, empachamento pós-prandial, distensão abdominal epigástrica e dor abdominal. Indicado na melhoria de qualidade de vida em pacientes dispépticos funcionais.

Contra Indicações
Digeplus é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula e nos casos de hemorragia e obstrução ou perfuração gastrintestinal. Digeplus também é contra-indicado em pacientes com doença de Parkinson e com história de epilepsia.

Advertências
A pré-medicação com metoclopramida antes da anestesia local ou regional deve ser evitada em crianças, jovens e pacientes idosos, pois o medicamento pode causar depressão do sistema nervoso central e provocar reações extrapiramidais. Nas doses preconizadas não são referidos fenômenos de intolerância ou efeitos adversos. Evitar o uso no primeiro trimestre da gestação. A classificação da metoclopramida pelo FDA americano em 2002 para risco na gravidez foi de categoria B (estudos em animais não indicaram riscos para o feto, não havendo, entretanto, estudos bem controlados em mulheres grávidas ou estudos animais mostraram efeitos adversos ao feto, mas estudos bem controlados em humanos não obtiveram os mesmos resultados. Apesar de achados em animais, os riscos em humanos parecem remotos na gestação). A dimeticona também foi classificada como categoria B. A pepsina não apresenta tais riscos estudados.

Uso Na Gravidez
Evitar o uso no primeiro trimestre da gestação. A classificação da metoclopramida pelo FDA americano em 2002 para risco na gravidez foi de categoria B (estudos em animais não indicaram riscos para o feto, não havendo, entretanto, estudos bem controlados em mulheres grávidas ou estudos animais mostraram efeitos adversos ao feto, mas estudos bem controlados em humanos não obtiveram os mesmos resultados. Apesar de achados em animais, os riscos em humanos parecem remotos na gestação). A dimeticona também foi classificada como categoria B. A pepsina não apresenta tais riscos estudados.

Interações Medicamentosas
As interações medicamentosas que ocorrem devido ao componente cloridrato de metoclopramida: cabergolina: diminuição do efeito terapêutico de ambas as drogas. cimetidina: redução da biodisponibilidade da cimetidina. ciclosporina: aumento do risco da toxicidade por ciclosporina. digoxina: diminuição do efeito terapêutico da digoxina. kava-kava: aumento dos efeitos antagonistas dopaminérgicos da kava-kava. levodopa: elevação da biodisponibilidade da levodopa. morfina: aumento da ação sedativa da morfina. tacrolimus: elevação da toxicidade pelo tacrolimus. sertralina: aumento do risco do desenvolvimento de sintomas extrapiramidais. Deve ser evitada a terapia concomitante do Digeplus com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase (IMAO) e tricíclicos e com aminas simpaticomiméticas.

Reações Adversas
Sistema nervoso central: sintomas parkinsonianos como discinesias, tremores, coréia e bradicinesia podem ocorrer com o uso prolongado de Digeplus e o desaparecimento dos sintomas pode levar meses após a interrupção do tratamento. Outros sintomas incluem tontura, depressão e ataxia. Endócrino-metabólicas: retenção hídrica, galactorréia, porfiria, hiperprolactinemia podem ocorrer e desaparecem com a interrupção do tratamento. Gastrintestinais: constipação intestinal e diarréia. Dermatológicas: urticária.

Posologia
Em média 1 a 2 cápsulas após as principais refeições. As cápsulas devem ser ingeridas sem mastigar. Não há limite intrínseco na duração do tratamento. A dose deverá ser individualizada e ajustada de acordo com a severidade da insuficiência enzimática ou gravidade da doença. Cada cápsula gelatinosa dura com microgrânulos contém 7 mg de cloridrato de metoclopramida (equivalente a 5,9 mg de metoclopramida base), 40 mg de dimeticona e 50 mg de pepsina.

Superdosagem
Sintomas: os sintomas de superdose ocorrem em decorrência do cloridrato de metoclopramida e incluem hipertonia, agitação, confusão mental, irritabilidade e sintomas extrapiramidais. Tratamento: pode ser administrado carvão ativado na tentativa de diminuir a absorção e 1 a 2 mg de benzotropina, via endovenosa, para o tratamento dos sintomas extrapiramidais, em ambiente hospitalar.

Digedrat 200 Mg 20 Caps - Digedrat

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Digedrat 200 Mg 20 Caps
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Digedrat 200 Mg 30 Caps
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Digedrat 200 Mg 60 Caps
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Informações
Digedrat possui como princípio ativo o maleato de trimebutina, que equivale a 77 mg de trimebutina base para cada 100 mg de maleato, e é uma substância cuja estrutura química difere das de outras da mesma categoria. A trimebutina é utilizada na síndrome de várias desordens do trato digestivo incluindo dispepsia, síndrome do intestino irritável e íleo pós-operatório. Farmacodinâmica: Digedrat apresenta uma atividade moduladora da função contrátil gastrintestinal, complementada por uma ação moduladora sensorial local, diminuindo assim, a sensação de mal-estar causado pelos processos dolorosos e espásticos do tubo digestivo. A trimebutina (Digedrat) interage com os receptores µ, ? e d encefalinérgicos dos plexos intramurais de Auerbach (mioentérico) e Meissner (submucoso), atuando como moduladora da função motora, desde o esôfago até o sigmóide. Ao interagir com receptores encefalinérgicos, a trimebutina (Digedrat) simula o efeito fisiológico da acetilcolina, normalizando as disfunções motoras sem, no entanto, interferir na produção e secreção deste neurotransmissor. Como modulador da função muscular digestiva, Digedrat atua restabelecendo a motricidade fisiológica, diminuindo ou estimulando a contratilidade de acordo com a necessidade. Esse mecanismo de ação confere a Digedrat características de antiespasmódico e procinético. A dualidade de ação de Digedrat sobre a função motora permite que este seja utilizado em todas as disfunções motoras digestivas, desde o estômago até o cólon sigmóide. A atuação sobre a função sensorial se estende ao esôfago. Como se sabe, a acetilcolina é um neurotransmissor que atua na regulamentação da função motora do tubo digestivo. Diferente de outros procinéticos, Digedrat atua simulando o efeito local da acetilcolina, sem interferir na liberação sistêmica deste neurotransmissor, o que explica a sua ampla margem de segurança até mesmo em pacientes com distúrbios que possam sofrer interferência da acentuação na produção da acetilcolina, tais como: alterações nos ritmos cardíacos, hipertensão pulmonar, alterações na pressão arterial sistêmica ou alterações na freqüência miccional. Por não ter qualquer relação com a secreção de dopamina ou seus efeitos, Digedrat não produz qualquer efeito adverso semelhante aos dos agonistas dopaminérgicos, tais como síndrome extra-piramidal e hiperprolactinemia. Assim, as ações moduladoras sensoriais locais e do trânsito gastrintestinal fazem de Digedrat um produto com vasto campo de aplicação nas mais diversas especialidades médicas. Os estudos farmacológicos e toxicológicos realizados com a trimebutina evidenciaram uma excelente tolerância a esta substância, bem como a ausência de toxicidade, e efeitos secundários e teratogênicos.

Indicações
Como modulador da musculatura gastrintestinal, Digedrat atua como normalizador, porém não como depressor do peristaltismo fisiológico. Este modo de ação também confere a Digedrat características de antiespasmódico. Digedrat não apresenta relação estrutural com os antiespasmódicos do tipo anticolinérgico e com os procinéticos que estimulam a liberação de acetilcolina, não possuindo os efeitos sistêmicos inerentes a essas drogas, como alterações na freqüência cardíaca, pressão intra-ocular, etc., embora a trimebutina tenha um efeito seletivo sobre o tubo digestivo semelhante à acetilcolina. A atuação sobre a função sensorial específica do tubo digestivo confere ainda a Digedrat os benefícios no controle sintomático dos processos dolorosos decorrentes das afecções motoras relacionadas a seguir: odinofagia secundária a refluxo gastroesofágico, dispepsia funcional não ulcerosa, dores e cólicas decorrentes de espasmos gastrintestinais, síndrome do cólon irritável. Os portadores de refluxo gastroesofágico podem se beneficiar do efeito de esvaziamento gástrico de Digedrat, além do seu efeito modulador sensorial, aliviando a sintomatologia dolorosa decorrente desta situação. Digedrat também está indicado no preparo para procedimentos diagnósticos radiológicos e endoscópicos, favorecendo o esvaziamento gástrico e, com isso, evitando náuseas e vômitos (no trânsito baritado superior); e na colonoscopia, para diminuição da contratilidade colônica, que costuma prejudicar a visualização neste tipo de exame.

Contra Indicações
Digedrat é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à trimebutina ou a qualquer componente da fórmula.

Advertências
A enorme experiência clínica com trimebutina mostra que este fármaco pode ser prescrito sem restrições, exceto durante os três primeiros meses de gravidez (vide Uso na Gravidez).

Uso Na Gravidez
Em estudos realizados com animais, Digedrat demonstrou que a transferência transplacentária é pequena, o que confere bastante segurança para o seu uso durante a gestação. A passagem através do leite materno também é mínima, o que garante proteção para o lactente, caso haja necessidade de uso pela mãe. Digedrat só deve ser usado na gravidez sob prescrição e supervisão médica. Como ainda não está amplamente estabelecido o efeito teratogênico de Digedrat, recomenda-se evitar o seu uso durante os três primeiros meses de gestação. Nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes idosos. Digedrat enquadra-se na categoria B de risco de fármacos destinados a mulheres grávidas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirugião-dentista.

Interações Medicamentosas
- Com alimentos: não existem relatos a respeito de interações medicamentosas de trimebutina na forma oral com alimentos. Entretanto, é recomendável que o paciente siga as orientações médicas quanto à dieta alimentar. - Em exames laboratoriais: em estudos clínicos de eficácia e segurança comparativos entre trimebutina e outros fármacos, nenhuma interferência significativa foi observada quanto aos parâmetros bioquímicos, exceto diminuição da contagem de eritrócitos. Relato de leucopenia também pode ocorrer. - Com outros medicamentos: não existem relatos a respeito de interações medicamentosas com Digedrat. - Com álcool: pacientes que estiverem fazendo tratamento com Digedrat devem evitar o uso simultâneo de bebidas alcoólicas.

Reações Adversas
A grande experiência clínica no uso da trimebutina confirma a segurança desta substância. Os efeitos adversos relatados são raros, e incluem vermelhidão cutânea (em menos de 2% dos pacientes), sonolência (em 0,08%), e, muito raramente, algunscasos de dor de cabeça, boca seca, constipação, diarréia, vômitos, fraqueza e tonturas (menos de 0,01% de incidência para cada efeito colateral).

Posologia
Digedrat deve ser administrado por via oral. Adultos: 1 cápsula, duas a três vezes ao dia (400 a 600 mg ao dia), preferencialmente antes das refeições. A duração do tratamento deve ser determinada pelo médico. Devido a sua grande tolerância clínica, hematológica e renal, Digedrat pode ser administrado por períodos prolongados, de acordo com as necessidades de cada paciente. A dose oral máxima diária recomendada é de 600 mg. Crianças: Digedrat cápsulas só deve ser administrado a crianças com mais de 12 anos de idade.

Superdosagem
Digedrat demonstra ter sido bem tolerado. No caso de superdose aconselha-se proceder esvaziamento gástrico, tratamento sintomático e medidas de suporte.

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Informações
O adapaleno é um composto tipo retinóide, que demonstrou possuir propriedades antiinflamatórias em modelos de inflamação in vivo e in vitro. O adapaleno é essencialmente estável ao oxigênio e à luz e é quimicamente não reativo. Tal como a tretinoína, liga-se aos receptores nucleares específicos do ácido retinóico, mas difere da tretinoína por não se ligar às proteínas de ligação citossólicas.

Indicações
Differin destina-se ao tratamento cutâneo do acne vulgar da face, tórax ou das costas, onde predominem comedões, pápulas e pústulas.

Contra Indicações
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Advertências
O uso do produto deve ser interrompido se ocorrer reação de sensibilidade ou irritação severa.Se o grau de irritação local o justificar, o paciente deve ser orientado a usar o medicamentocom menor freqüência ou a descontinuar o uso temporária ou definitivamente.Differin não deve entrar em contato com os olhos, lábios, ângulos do nariz e mucosas. Emcaso de contato com os olhos, lavar imediatamente com água morna. O produto não deve seraplicado na pele lesada (cortes e abrasões), queimada pelo sol ou eczematosa, e não deve serusado em pacientes com acne grave, envolvendo extensas áreas da pele.No caso de tratamento anterior com outras preparações locais esfoliantes, recomenda-seesperar o completo restabelecimento da pele antes de iniciar o tratamento com Differin.A exposição ao sol ou a lâmpadas ultravioleta deve ser minimizada durante o tratamento como adapaleno. Os pacientes que se expõem muito ao sol ou aqueles que apresentam muitasensibilidade, devem ter cautela no uso do produto. Evite a exposição solar, na medida dopossível, utilizando chapéu e filtro solar não comedogênico, a critério do seu médico. Podeser recomendável o ajuste do ritmo de aplicação.Em caso de exposição eventual ao sol, por exemplo uma viagem à praia, não utilize o produtona véspera, no próprio dia de exposição e no dia seguinte. Se ocorrer queimadura de sol,espere a recuperação da pele antes de reiniciar o tratamento com Differin.

Uso Na Gravidez
Devido ao risco de teratogenicidade mostrado nos estudos em animais e como não existeminformações disponíveis sobre o seu uso em mulheres grávidas, o adapaleno, assim comotodas as novas drogas, não deve ser usado durante a gravidez, devendo ser interrompido ouso em caso de constatação ou suspeita de gravidez. Este medicamento não deve ser utilizadopor mulheres grávidas sem orientação médica.Como já esperado para um composto de estrutura retinóide, o adapaleno por via oral produzefeitos teratogênicos em ratos e coelhos (doses = 25 mg/kg). Por via cutânea, utilizando dosesde até 200 vezes a dose terapêutica, e produzindo níveis plasmáticos circulantes no mínimo35 a 120 vezes mais altos do que aqueles demonstrados durante o uso terapêutico, oadapaleno somente aumentou a incidência de costelas adicionais em ratos e coelhos, semaumentar a incidência de malformações maiores.Não se sabe se o adapaleno é excretado no leite materno. Recomenda-se evitar o uso emmulheres lactantes. Caso seja prescrito, o produto não deve ser utilizado no tórax, para evitarcontato com a criança.

Interações Medicamentosas
Não se conhecem interações com o uso concomitante de Differin e outros medicamentoscutâneos. Entretanto, outros retinóides ou drogas com modo de ação similar não devem serusados concomitantemente com o adapaleno. Consulte o seu médico.O adapaleno é pouco absorvido através da pele, sendo improvável a interação commedicamentos de uso sistêmico.Differin tem leve potencial para irritação local e portanto é possível que o usoconcomitante de agentes descamantes, limpadores abrasivos, adstringentes ou produtosirritantes (contendo álcool ou fragrância) possam produzir efeitos irritantes adicionais.Tratamentos antiacne cutâneos tais como eritromicina (até 4%), clindamicina fosfato (até 1%como base) ou gel aquoso de peróxido de benzoíla (até 10%) podem ser usados de manhãquando Differin for usado à noite, uma vez que não ocorre degradação mútua ou irritaçãocumulativa.

Reações Adversas
Pode ocorrer irritação, sensação de ardência e calor no local de aplicação. A irritação da pele é reversível quando o tratamento tem a freqüência reduzida ou é descontinuado.

Posologia
Differin deve ser aplicado nas áreas afetadas pelo acne uma vez por dia, antes de deitar. Lavar e secar bem a pele. Aplicar uma camada fina de Differin, evitando os olhos, lábios, mucosas e ângulos do nariz (v. item Precauções).Nos casos em que for necessário reduzir a freqüência de aplicação ou mesmo cessar temporariamente o tratamento, pode-se depois retornar ao esquema proposto, de acordo com a tolerabilidade do paciente ao tratamento.Os primeiros sinais de melhora aparecem geralmente após 4 a 8 semanas de tratamento, obtendo-se melhora adicional no decorrer de 3 meses de tratamento. A segurança cutânea de Differin foi demonstrada em estudos de 6 meses de duração.O paciente poderá utilizar cosméticos durante o tratamento, desde que não sejam comedogênicos ou adstringentes.A segurança e eficácia do uso em crianças menores de 12 anos de idade não foram avaliadas.

Características Farmacológicas
Propriedades FarmacodinâmicasO adapaleno é um composto tipo retinóide, que demonstrou possuir propriedades antiinflamatórias emmodelos de inflamação in vivo e in vitro. O adapaleno é essencialmente estável ao oxigênio e à luz e équimicamente não reativo. Tal como a tretinoína, liga-se aos receptores nucleares específicos do ácidoretinóico, mas difere da tretinoína por não se ligar às proteínas de ligação citossólicas.O adapaleno aplicado na pele de camundongo rhino é comedolítico e também atua nos processos dequeratinização e diferenciação anormais da epiderme, dois mecanismos presentes na patogênese doacne vulgar. O modo de ação do adapaleno parece estar relacionado com a normalização dadiferenciação das células do epitélio folicular, resultando em diminuição da formação demicrocomedões.O adapaleno é superior aos retinóides de referência em testes antiinflamatórios padrão, tanto in vivocomo in vitro. Ele inibe as respostas quimiotática e quimiocinética dos leucócitos polimorfonucleareshumanos e também o metabolismo por lipoxidação do ácido araquidônico para mediadores próinflamatórios.Este perfil sugere que o componente inflamatório mediado por células no acne possa sermodificado pelo adapaleno. Estudos em pacientes forneceram evidência clínica que o adapaleno porvia cutânea é eficaz para reduzir os componentes inflamatórios do acne (pápulas e pústulas).Propriedades FarmacocinéticasA absorção do adapaleno através da pele humana é baixa; em ensaios clínicos não foram encontradosníveis de adapaleno mensuráveis no plasma após aplicação cutânea crônica em áreas extensas de peleacnéica, com sensibilidade analítica de 0,15 ng.mL-1. Após a administração de adapaleno-[C14] emratos (IV, IP, oral e cutânea), coelhos (IV, oral e cutânea) e cães (IV e oral) a radioatividade distribuiuseem diversos tecidos, com níveis mais altos no fígado, baço, adrenal e ovários. O metabolismo noanimal parece se dar principalmente por O-desmetilação, hidroxilação e conjugação, e a excreçãoprimariamente por via biliar.Dados de Segurança pré-clínicaEm estudos animais, o adapaleno foi bem tolerado após aplicação cutânea em coelhos por períodos deaté 6 meses, e de até 2 anos em camundongos. Os sintomas mais importantes de toxicidadeencontrados em todas as espécies animais, por via oral, foram relacionados à síndrome dehipervitaminose A, incluindo desintegração dos ossos, fosfatase alcalina elevada e discreta anemia.Doses orais elevadas de adapaleno não produziram efeitos adversos neurológicos, cardiovasculares ourespiratórios em animais. O adapaleno não é mutagênico. Estudos realizados desde o nascimento até amorte natural foram completados em camundongos, com doses cutâneas de 0,6; 2,0 e 6,0 mg/kg/dia, eem ratos com doses orais de 0,15; 0,5 e 1,5 mg/kg/dia. O único achado expressivo foi um aumentoestatisticamente significativo de feocromocitomas benignos da medula adrenal nos ratos machos quereceberam adapaleno a 1,5 mg/kg/dia. Estas alterações provavelmente não apresentam nenhumarelevância para o uso cutâneo do adapaleno.

Uso em grupos de risco
A segurança e eficácia do uso em crianças menores de 12 anos de idade não foram avaliadas.Pacientes idosos: a critério médico.

Armazenagem
O produto deve ser mantido em temperatura ambiente não excedendo 25ºC. Evite o congelamento.