segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Lactulona 667 Mg 120 Ml - Lactulona

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Informações
A Lactulona apresenta como princípio ativo a lactulose, um dissacarídeo comum, formado por uma molécula de galactose e uma de frutose, também denominada quimicamente como 4-O-ß-D-galactopiramosil- D-frutose. Uma vez ingerida, a lactulose não é absorvida pelo trato gastrintestinal e nem é hidrolisável pelas enzimas intestinais, devido à ausência da enzima específica - a lactulase. Desta forma, chega ao cólon praticamente inalterada, onde é fermentada pelas bactérias sacarolíticas, produzindo o ácido lático e pequenas quantidades de ácido acético e ácido fórmico. A acidificação do meio que ocorre na degradação da lactulose desencadeia mecanismos responsáveis pela sua ação na constipação e na encefalopatia hepática. A acidificação do conteúdo intestinal e o aumento na pressão osmótica causam um afluxo de líquidos para o interior do cólon, o que resulta em aumento e amolecimento do bolo fecal, acelerando dessa forma o trânsito intestinal. A Lactulona também reduz a concentração sangüínea de amônia (de 25 a 50%), uma vez que, estando a acidez do conteúdo colônico superior à do sangue, ocorre uma migração de amônia do sangue para o cólon, formando o íon amônio (NH4+) que, por não ser absorvido, é eliminado nas fezes. Dessa forma, o medicamento melhora o estado de consciência, observado no eletroencefalograma e, aumenta a tolerância às proteínas da dieta em pessoas com encefalopatia hepática. A Lactulona, por sua ação fisiológica e não-farmacológica, está indicada especialmente nos casos em que se busca facilitar ao máximo a evacuação, evitando-se o esforço, como por exemplo, em cardíacos e hipertensos. É também indicada na constipação associada a problemas pediátricos, no puerpério, em idosos e acamados, pessoas submetidas a cirurgia e com condições dolorosas do reto e ânus, como fissuras, hemorróidas e após hemorroidectomia ou quando a constipação é conseqüência do tratamento com determinados fármacos, como hipnoanalgésicos e obstipantes, bem como para dependentes de laxantes estimulantes. A Lactulona não é um medicamento laxante e sim um agente fisiológico que restabelece a regularidade intestinal, podendo levar de 3 a 4 dias para que se obtenham os primeiros efeitos. Por sua ação fisiológica, a Lactulona não induz o hábito, podendo ser utilizada a longo prazo.

Indicações
Lactulona é indicada para o tratamento sintomático da constipação intestinal; também é indicada para a prevenção e tratamento de encefalopatia hepática, tanto no pré-coma quanto no coma hepático.

Contra Indicações
Lactulona é contra-indicada em: · pessoas com história de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula; · casos de intolerância à lactose, galactose, frutose; · pessoas com apendicite, hemorragia retal não-diagnosticada ou com obstrução intestinal; · como agente para o preparo intestinal de exames proctológicos em que se pretenda usar eletrocautério.

Advertências
Hipertensos e pessoas desidratadas devem ter cautela na administração de Lactulona, pois tais condições podem ser agravadas com sua administração. O medicamento, além da lactulose (substância não-absorvida e assim desprovida de valor calórico), contém pequenas quantidades de galactose e lactose. Isso deve ser levado em consideração especialmente ao se administrar a Lactulona a diabéticos, pelo fato de haver relatos de casos em que houve o aumento dos níveis plasmáticos de glicose com a administração do xarope. Portadores de encefalopatia hepática devem ser monitorados quanto ao risco de acidose devido às doses elevadas de Lactulona necessárias ao tratamento. Idosos debilitados, tratados continuamente com Lactulona, devem ter os níveis séricos de eletrólitos (sódio, potássio, cloreto e bicarbonato) controlados em intervalos regulares. O uso de Lactulona em crianças somente deve ser realizado com orientação médica, após se eliminar a possibilidade dos sintomas estarem associados a outras patologias. No tratamento inicial da encefalopatia hepática, recomenda-se evitar o uso associado da lactulose com outros laxantes, para que ocorra a ação acidificante da lactulose. Embora os estudos com lactulose em animais não tenham revelado nenhum potencial teratogênico e mesmo sendo a substância ativa pouco absorvida pelo organismo, recomenda-se levar em consideração o fato que o uso da lactulose não foi avaliado em grávidas; nesse caso, o tratamento deve ser feito quando os benefícios justificarem os potenciais riscos para o feto. Não foi estabelecido se há excreção da lactulose no leite materno, portanto, o seu uso durante a lactação deve ser avaliado pelo médico. No caso em que pessoas tratadas com Lactulona sejam submetidas a eletrocauterização durante proctoscopia e colonoscopia, recomenda-se lavagem colônica prévia com uma solução não-fermentável, devido à presença de hidrogênio produzido pela ação da lactulose.

Uso Na Gravidez
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Interações Medicamentosas
Embora existam relatos contraditórios sobre o uso concomitante da neomicina e da Lactulona, a eliminação de certas bactérias do cólon pela neomicina pode interferir na degradação da lactulose e impedir a acidificação adequada do cólon. Devem ser administrados com cautela os medicamentos que induzam hipocalemia ou hipomagnesemia como droperidol e levometadil, pois há aumento do risco de ocorrer um efeito cardiotóxico (prolongamento do intervalo QT). Lactulona não deve ser administrada juntamente com laxantes, pois podem reduzir o efeito acidificante da lactulose. O uso de antiácidos pode inibir a ação da lactulose.

Reações Adversas
O uso de doses altas de lactulose em encefalopatia hepática pode causar distensão abdominal, flatulência, meteorismo, eructação, desconforto e aumento da sede, normalmente transitórios. Náusea e vômito têm sido relatados com pouca freqüência. Caso ocorra diarréia em resposta à lactulose, a dose deve ser reduzida. Alterações de exames laboratoriais: a administração prolongada ou de doses elevadas de lactulose pode aumentar a concentração plasmática de glicose e diminuir os níveis séricos de potássio.

Posologia
CONSTIPAÇÃO INTESTINAL CRÔNICA Lactentes: 5 ml/dia Crianças de 1 a 5 anos: 5 a 10 ml/dia Crianças de 6 a 12 anos: 10 a 15 ml/dia Acima de 12 anos e adultos: 15 a 30 ml/dia A posologia pode ser ajustada para que se obtenha 2 ou 3 evacuações diariamente. ENCEFALOPATIA HEPÁTICA, PRÉ-COMA E COMA HEPÁTICO Iniciar com 60 ml ao dia podendo chegar, em casos graves, a 150 ml ao dia.

Superdosagem
Se houver superdosagem, esperam-se sintomas tais como diarréia, espasmos e cólicas abdominais, sede, fraqueza, fadiga e vômito. Podem ocorrer desidratação, hipocalemia, hipernatremia e piora da insuficiência hepática. O tratamento consiste em reposição de volume e correção dos desequilíbrios eletrolíticos. Estas medidas são particularmente importantes no caso de idosos e crianças.

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